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sábado, 19 de junho de 2010

Patriotas?

Sabem o que me irrita? Mas que me irrita muito? Esse falso patriotismo que toma conta do Brasil a cada quatro anos, na época da copa.
De quatro em quatro anos as ruas se cobrem de verde e amarelo, bandeiras pra todo lado, até as unhas ganham nova coloração. Mas onde fica esse sentimento todo no resto do tempo? Cadê o patriotismo, quando precisamos dele, em época de eleição? Ou na hora de cobrar que os políticos cumpram suas promessas? Cadê o patriotismo na hora de ajudar um compatriota necessitado?
Patriotismo é o sentimento de amor e devoção a patria. Onde o brasileiro esconde esse sentimento nos outros anos? O que vemos aqui é um amor pelo futebol, não pelo Brasil.
Eu sou uma patriota doente. Amo meu país. Quando viajo pro exterior vivo exibindo minhas camisetas com estampa bem brasileira, cantarolo o Hino Nacional pra lá e pra cá e adoro falar de todas as coisas boas que existem aqui. Infelizmente é raro achar pessoas que realmente tenham orgulho de serem brasileiras.
Estive discutindo esse assunto com algumas pessoas e me disseram que não vale a pena ter orgulho, que o Brasil não é um país que merece patriotismo.
Pois bem, alguém sabe me dizer onde encontro outro país de gente tão bonita, feliz, bem humorada, esforçada...? O brasileiro é o melhor povo do mundo, gente! Por mais que eu reclame da falta de cultura... Em lugar nenhum do mundo vê-se o sentimento que existe aqui. A união dentro da família, a amizade, as festas sempre animadas, a boa comida, o sorriso no rosto mesmo trabalhando-se 12 horas por dia. Vivemos no país do futebol, do samba, do carnaval, da feijoada. Vivemos em um país de gente feliz. Vê se isso não é motivo pra se orgulhar?!

domingo, 20 de setembro de 2009

Adoção, o amor maior.



Desde pequena eu já tinha uma grande certeza: Eu quero ter filhos adotivos.
Já li um monte sobre o assunto e cada vez que leio me encanto mais. Realmente acho que as leis no Brasil não são muito favoráveis para canditados a pais, muito menos para as criancinhas esperando. Como em tudo aqui, a burocracia atrapalha e muito!
Mas não quero falar de burocracia aqui, quero falar sobre sentimento, sobre amor.
Quanto mais eu leio sobre adoção, sobre histórias de adoção, mais certeza eu tenho de que não existe amor maior no mundo do que o amor de uma familía adotiva.
Uma vez, há uns 2 anos atrás, eu li um texto que me marcou pra sempre e a frase final do texto eu não vou esquecer nunca "eu não gerei o meu filho no ventre, gerei no coração". Cara! Quer amor mais perfeito que: esse:
Passou no globo repórter essa semana que os filhos adotivos sempre são os melhores alunos, os melhores amigos, os melhores filhos. São mais carinhosos, mais sinceros, mais dispostos. Isso tudo porque eles sabem que foram desejados e sonhados. Que independente de quem colocou eles no mundo existia alguém no mundo que os amava e os queria. E isso é maior que qualquer coisa, é o sentimento mais puro que existe. Isso sim é amor de verdade.

quinta-feira, 20 de agosto de 2009

A maior aprendizagem da vida é o amor.




O amor existe. E é uma coisa fascinante, mágica. Digo coisa porque não sei exatamente como definir tal sentimento. Química? Biologia? Física? Teologia? Psicologia? Eu não sei em que área de estudo encaixá-lo. Mas ele existe.
Porque? Tampouco o sei. Para suprir algumas de nossas necessidades humanas, provavelmente.
A carencia típica de todo ser humano, a necessidade de reprodução... Eu não sei.
A ciência tem evoluído tanto que em tempos poderemos produzir amor em laboratório, tanto que quase já não importa mais quem você ama.
Não importa mais? É claro que importa! Eu amo, eu amo, eu amo.
Conheci dois amores "perfeitos", e sempre pensei que quisesse um daqueles pra mim. Hoje não sei mais. Hoje eu só quero ser feliz, sabe?
E eu não sei mais se tô falando de amor ou utopia. O amor é um mistério. E eu só sei que eu amo você.


"De tudo, meu amor serei atento
Antes, e com tal zelo, e sempre, e tanto
Que mesmo em face do maior encanto
Dele se encante mais meu pensamento.
Quero vivê-lo em cada vão momento
E em seu louvor hei de espalhar meu canto
E rir meu riso e derramar meu prantoAo seu pesar ou seu contentamento.
E assim, quando mais tarde me procure
Quem sabe a morte, angústia de quem vive
Quem sabe a solidão, fim de quem ama
Eu possa me dizer do amor ( que tive ) :
Que não seja imortal, posto que é chama
Mas que seja infinito enquanto dure."

(meu)Vinicius de Morais